Phishing – Já tentaram te “fisgar”!

A imaginação de estelionatários parece não ter limites. São inúmeras as maneiras das quais se utilizam para coletar informações de pessoas “desavisadas” (que o diga a atriz Carolina Dieckmann).

Muitas vezes essas maneiras são tão convincentes que ludibriam até mesmo os mais cuidadosos.

Para evitar esse tipo de ameaça, nada melhor do que conhecer algumas dicas que poderão “salvar sua vida” em relação às tentativas de phishing.

Antes de mais nada, vamos ao significado dessa ameaça:

Phishing, termo em computação oriundo do Inglês fishing, traduzido literalmente para o português, significa pesca. Este tipo de ameaça foi batizado com esse nome pois, como em uma pescaria, utiliza-se uma “isca” convincente para “enganar” internautas e levá-los a fornecer informações pessoais que permitirão que o estelionatário tenha acesso a dados da vítima, como conta bancária, e-mails, mensagens instantâneas, redes sociais, etc.

Entendido o que significa, vamos conhecer esses golpes e as dicas para evitar ser “fisgado”.

Todos os dias são criados novos golpes. Seria impossível listá-los. Por isso, o ideal é familiarizar-se com os sinais que esse tipo de fraude costuma apresentar:

  • Mensagens sensacionalistas com ameaças de encerramento de contas;
  • Promessas de dinheiro fácil;
  • Pedidos de doações para entidades de ajuda ou caridade, logo após algum desastre ser veiculado pela mídia e;
  • PRINCIPALMENTE, erros gramaticas, de ortografia ou concordância.
Exemplo de Phishing

Exemplo de Phishing

Além disso, elas podem parecer que vêm do seu banco ou instituição financeira, de uma empresa com quem você faz negócios ou de um site de rede social .

Elas podem parecer vir de alguém conhecido ou que esteja em seu catálogo de endereços de e-mail.

Elas podem incluir logotipos oficiais e outras informações de identificação retiradas diretamente de sites reais.

Normalmente, esse tipo de mensagem inclui links para sites falsos (com a mesma aparência dos verdadeiros), onde pedem para você inserir seus dados pessoais.

Esses links comumente mostram o nome ou logotipo de uma empresa real que costumam estar mascarados, ou seja, o link que você vê não o levará a esse endereço, mas a algum lugar diferente, seja uma cópia de um site legítimo, ou uma página com código malicioso embutido.

Para saber se a mensagem que está recebendo faz esse tipo de “redirecionamento”, coloque (sem clicar) o ponteiro do mouse sobre o link que será mostrado o endereço real. Se os dados que aparecerem não forem do site da empresa, se formarem uma sentença sem muito sentido ou com muitos números, suspeite, pois é sinal de fraude.

Na dúvida, melhor não clicar. Entre em contato com o suposto remetente, seja um conhecido ou uma instituição, e certifique-se de que foram eles que enviaram o e-mail.

Em julho deste ano foi divulgado pelo CERT.br, órgão responsável pelos estudo e tratamento de incidentes de segurança no Brasil, um crescimento de 184% nas tentativas de phishing, em comparação ao mesmo período de 2011. Portanto, OLHOS BEM ABERTOS, pois o peixe morre pela boca, mas o internauta pelo clique!

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